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25.10.18

Pausa


(...)

Mais uma vez, ao ver as cenas de uma história na tela de cinema
Percebi que eu amo tal como os amores retratados em livros e filmes
Eu sinto nas veias, mergulho fundo, me jogo do alto, desafio os limites
Então, que seja de ficção, de literatura, de cinema...desde que me arrebate
Porque diferente disso eu acho raso, acho frouxo, acho datado, acho vulnerável
Porque sempre amo apaixonadamente, como se fosse pela primeira ou pela última vez

Talvez eu tenha uma alma de artista ou um coração de poeta, e não vou fingir que não

Mas poetas também descansam...