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23.7.19

Direção


(...)

Ter acesso àquela muralha só era possível nos raros momentos em que os portões se abriam enquanto todos os guardas estavam descansando desarmados...

Então, para passar através deles, ela tinha que ser rápida, mas sem chamar a atenção, e pegar o que pudesse antes do exército perceber e reagir...

Ela tentou por longos e numerosos meses, de dia, de noite, sob o sol, alagada pelas chuvas...não pegava quase nada, mas sempre saía com vida. Um desafio.

Até que em uma data não planejada ela decidiu não arriscar mais; não parecia mais fazer sentido lutar por fragmentos de algo impossível.

Era um dia frio quando ela partiu sem o almejado tesouro, mas inteira em busca de outros...

A vida é hoje.