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Mostrando postagens de Abril, 2018

Cajá!

Gente, carros, tráfego, sinal, barulho, hora, pressa, calor De repente, no meio de tudo, vi uma inusitada barraca de cajá Meu corpo embalado, continuou, nem hesitou, seguiu direto, reto Mas...era cajá  da minha infância, de pegar no pé e comer fresco Pisei com minhas lembranças no freio, parei, voltei, voltei pro cajá Parei na barraca e sorri só de reconhecer aquela frutinha tão familiar Minha vida se encheu de sol, de amigos, de inocência, de risos, de cajá Segui o dia com a bolsa cheia de cajás; peguei metrô, andei, resolvi coisas Só no dia seguinte, depois de um monte de compromissos, é que lembrei do cajá Peguei um, devorei com boca de criança, e percebi que ela estava ali escondidinha No meio de um monte de gente, do trânsito, da pressa, das horas, das missões, de mim Image: Taeq

Minha Crônica 1

Nadei nua em praias desertas, cachoeiras e açudes ; fiz topless em Trancoso e na praia do Pepino Dormi em roça, em um farol no meio do oceano, caminhei milhas e milhas, fiz trilhas em ilhas e em uma aldeia indígena. Acampei no mato, na praia; me hospedei no Hilton em frente ao Hyde Park, e em simpáticas pousadas no meio do nada. Naveguei em canoa, lancha, saveiro; andei na boleia de caminhão, na carona de carroça, a bordo de carruagem no Central Park; voei de avião e na garupa de motos; cavalguei estradas e morros em um mangalarga.  Fui bater ponto dez vezes em Nova York; passeei pela orla de Miami; vaguei pelas noites de Buenos Aires; explorei o Coliseu de Roma. Brinquei que nem criança na Disney com meus filhos; tirei onda no Palácio de Buckingham, em Londres, e lá conheci onde morou a Diana. Dancei axê até o dia raiar em Porto Seguro; dancei num "queijo" na antológica discoteca londrina 'Ministry Of Sound'; e me requebrei de biquíni